O que é o Ciranda

Formações contínuas e continuadas, pesquisas sobre a realidade escolar e produções artísticas são metas que o Centro de Estudo e Pesquisa Ciranda da Arte tem alcançado.

Pensar a arte e a educação como práticas capazes de transformar sujeitos sociais. Este é o principal objetivo do Centro de Estudo e Pesquisa Ciranda da Arte. Criado há dez anos pelo governo do Estado de Goiás, o grupo é composto por educadores/artistas que trabalham na rede estadual de educação, na área de Arte em seus diferentes enfoques: Dança, Música, Teatro, e Artes Visuais.

Para aprofundar ainda mais as práticas transformadoras, o Ciranda da Arte conta com o núcleo pedagógico e seus três principais eixos de atuação: formação continuada de professores,  produções artísticas e pesquisas. A diretora do Ciranda, Luz Marina de Alcantara, explica que estas três temáticas vieram para responder as demandas da comunidade escolar, facilitando e aumentando a qualidade do trabalho realizado por eles em sala de aula. Já no núcleo operacional, o Ciranda conta com assessoria de comunicação, produção técnica e secretaria.

FORMAÇÃO

O eixo de Formação contínua e continuada de educadores/artistas que atuam na rede estadual de ensino em Goiás é um dos fundamentos do tripé que sustenta o Centro de Estudo e Pesquisa Ciranda da Arte.  Este eixo se sustenta e se evidencia como extremamente necessário à SEDUCE por ser responsável pela aproximação do universo da Arte e da Arte educação com os professores que ministram a disciplina ou deflagram outras ações artísticas nas escolas e que são, em sua maioria, licenciados em outras áreas do saber, tais como: pedagogia, história, filosofia. Igualmente, foi elaborado para promover encontros presenciais e à distância para imaginar, criar e implementar  distintas maneiras de mediar a Arte aos estudantes.

O eixo Formação está pautado em documentos oficiais, como, por exemplo, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB 9394/96 e as Orientações Curriculares para a área de Arte. Estas orientações foram construídas de forma participativa com professores da rede de ensino, do Ciranda da Arte, do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec), e de universidades goianas.

A Formação é composta por ações específicas: cursos, seminários, oficinas, e assessoria pedagógica. Neste sentido, a assessoria pedagógica se dá de maneira individualizada para auxiliar os professores em suas demandas pontuais. Elas atendem tanto professores que não têm formação em Arte, mas que trabalham esta disciplina nas unidades escolares das quais fazem parte. Como também os educadores/artistas que já possuem formação específica na ampliação das discussões em torno da arte em suas práxis pedagógicas.

Pelas assessorias pedagógicas o acesso de docentes, estudantes e comunidade à arte é viabilizado. Estas assessorias são trabalhadas com profissionais do ensino que desejam receber orientações sobre atividades a serem desenvolvidas em suas unidades escolares. Por meio delas é possível pensar as atividades práticas planejadas pelos docentes, e ainda à verticalização de conhecimentos que transformem a realidade.

Neste processo de Formação contínua e continuada de educadores/artistas das Subsecretarias Metropolitana e Subsecretarias Regionais de Educação, cursos aprovados bienalmente pelo Conselho Estadual de Educação são realizados. Eles são ofertados pelo Ciranda abrangendo as quatro áreas artísticas. Em 2013 e 2014, cursos de intervenção urbana, fotografia, ensino de artes na contemporaneidade, arte e diversidade cultural, contação de histórias, Pedagogia e Estética Teatral, Ensino Coletivo de Violão, Aplicação do Método Tocar Junto, Mídias Sociais Aplicadas a Educação, Produção Musical Eletrônica, Composições Cênicas em Linha de Frente, Capoeira no Contexto Escolar, Grupo de Estudo e Pesquisa em Dança, e outros foram ofertados.

Os cursos são elaborados de acordo com as Orientações Curriculares para a área de Arte. Além de ampliar os conhecimentos e capacitar os educadores/artistas, o eixo de Formação ainda possibilita o acesso de professores de todo o Estado a exposições, museus, shows, recitais, espetáculos e outras manifestações. Esta aproximação dos professores com as diversas expressões artísticas sensibiliza e desenvolve habilidades e competências necessárias aos professores que, por extensão, melhorarão a qualidade de suas aulas.

Seminários

Outra forma de expandir os horizontes na educação em Arte é a realização do “Seminário de Ensino de Arte: desafios e possibilidades contemporâneas”, e “Discutindo Arte”. Eles vêm para ampliar a compreensão do que seja Arte e ainda as formas de trabalhá-la com os estudantes da rede estadual de educação. Nestes sete anos em que foi realizado semestralmente, o Seminário de Ensino de Arte contou com cerca de 5 mil pessoas em suas atividades. Realizado desde 2007, sua 11ª edição está prevista para o primeiro semestre de 2016.

As novas e diferentes possibilidades do ensino são debatidas com presença de importantes pesquisadores de Universidades Brasileiras de reconhecimento internacional. Um exemplo é a Profª. Drª Ana Mae Barbosa que fez a conferência geral da 6ª edição do Seminário de Ensino de Arte. Além de pesquisadores de universidades, o Seminário ainda conta com parcerias como as que foram feitas com 20º Congresso da Federação dos Arte Educadores do Brasil (Confaeb), V Encontro Nacional de Ensino Coletivo de Instrumento Musical (Enecim), e o V Encontro Goiano de Educação Musical (Egem).

Já o “Discutindo Arte” é um seminário que surge da necessidade de se refletir o ensino de arte com a gestão das escolas, coordenadores pedagógicos, duplas pedagógicas, subsecretários. O evento considera a importância de se fortalecer o trabalho em equipe que vem sendo fomentado no âmbito das unidades escolares e outros segmentos. Além disso, ainda é refletido como mecanismo de interação entre as equipes pedagógicas e professores da área de arte, buscando a compreensão dos princípios epistemológicos que permeiam o ensino nessa área. Isto permite construções de relações mútuas de entendimento e cooperação no espaço escolar.

Educação Integral

Os arte educadores vinculados às Escolas de Tempo Integral (EETI) do Estado de Goiás também são assessorados pelo Ciranda da Arte em seus processos de formação continuada e assessoria pedagógica, orientadas pela Superintendência do Ensino Fundamental. Em 2009, a partir do diálogo com as unidades escolares, nasce o conceito do Reagrupamento, um desenho que promove uma nova forma de compreender a organização das salas de aula, dos estudantes e de propostas interdisciplinares.

Nele, os estudantes são reorganizados de acordo com seus interesses. As turmas são formadas por crianças e adolescentes que se interessam pelas propostas apresentadas nas áreas artísticas específicas, e não mais por faixa etária ou séries regulares.

As ações do Ciranda da Arte, voltadas para a Escola Estadual de Tempo Integral, têm por objetivo desenvolver um ensino de arte que busque a formação integral de estudantes em suas experiências singulares. Por isso, as atividades são ministradas por professores de cada linguagem específica, em um diálogo interdisciplinar. Eles programam, pesquisam e refletem as atividades docentes com base nos documentos oficiais, como a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Brasileira  (LDB 9394/96), as orientações curriculares e o Projeto Escola Estadual de Tempo Integral.

Os educadores/artistas que trabalham nas Escolas de Tempo Integral do Reagrupamento recebem assessoria pedagógica continuamente da equipe EETI do Ciranda da Arte. Esta Equipe também organiza ações coerentes que visem articular a realidade de cada unidade escolar com as concepções de educação integral, estudante, organização do tempo escolar, formação continuada, campos temáticos, atividades artísticas e culturais.

De acordo com o documento que orienta as ações nas Escolas de Tempo Integral (GOIÁS, 2014), “nessa proposta pedagógica consideram-se quatro eixos da formação e do desenvolvimento humano, sendo eles: cognitivo, cultural, esportivo e social, os mesmos precisam estar pautados em um padrão de eficácia, que vá ao encontro das necessidades e possibilidades da comunidade local”. Vale ressaltar que o funcionamento das EETIs deve ser baseado na ideia de uma educação integral capaz de articular os saberes e suas possibilidades na formação plena dos estudantes.

 

PESQUISA

A pesquisa fora do âmbito acadêmico, praticada por educadores que se encontram diretamente envolvidos com a prática escolar, é pensada pelo Ciranda da Arte como forma de levar o professor a refletir sobre sua prática, elencando formas de transformação da realidade, aprimoramento de métodos de aprendizagem, aprofundamento teórico e verticalização de conhecimentos sobre a área em que atuam. A intenção é mostrar ao docente a importância de se tornar um agente reflexivo na interação com o aluno, com a instituição e com a sociedade em geral, sempre consciente de seu papel influenciador.

Neste aspecto, uma das preocupações centrais do Ciranda da Arte é a ação de incentivar a prática da pesquisa entre os docentes da rede, levando-os a sistematizar suas experiências acadêmicas e docentes desenvolvidas no âmbito das unidades escolares, fazendo com que essas experiências sejam transformadas em trabalhos científicos para serem divulgadas e publicadas em congressos, encontros, seminários e outros eventos da arte e da educação em geral, a nível regional e nacional, podendo também ser submetidas para publicação em revistas e periódicos. Além de estimular a continuidade da carreira acadêmica por meio da elaboração de projetos de pesquisa, tanto para mestrado quanto para doutorado, ampliando os currículos dos professores para que possam concorrer às vagas nos programas de pós-graduação.

O Ciranda da Arte integra o grupo de pesquisa “Música e Educação Brasileira” liderado pela professora Drª Ermelinda Paz da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), vinculado ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Outro exemplo é o método Tocar Junto, de autoria do professor Marcelo Eterno, resultado do grupo de pesquisa de Ensino Coletivo de Instrumentos. O grupo é formado por pesquisadores do Ciranda da Arte, Universidade Federal de Goiás (UFG), e Instituto Federal de Goiás (IFG).

Já o Grupo de Estudos e Pesquisa em Performances Cultuais e Artísticas é uma parceria entre o Ciranda da Arte, a Rede Goiana de Pesquisa em Performances Culturais: Memória e Representações da Cultura em Goiás e a pós-graduação em Performance Culturais da UFG. O objetivo dessa parceria é incentivar reflexões surgidas no âmbito da rede com estudos teóricos/práticos, possibilitando o aprofundamento no estudo de temáticas específicas.

Ainda no âmbito da Pesquisa, o Ciranda conta com o grupo Musicoterapia e Competência Interpessoal – Proposta de atuação com Professores de Arte da Rede Pública Estadual de Ensino. Esta pesquisa gira em torno da relação entre a musicoterapia e o desenvolvimento da competência interpessoal nos professores de arte da rede utilizando atendimentos musicoterápicos. O projeto integra técnicas como: improvisação musical livre, composição, audição e recriação. Serão aplicados questionários no início e final da pesquisa para melhor detalhamento e coleta de dados.

O fomento à pesquisa no Ciranda da Arte também é incentivado por meio da revista digital Webzine, criada em 2013. O objetivo é desenvolver um espaço virtual de troca, de inspiração e reflexão sobre a arte na escola e na sociedade, disponibilizando materiais que auxiliem os docentes em suas ações educativas por meio da internet.

 

PRODUÇÃO ARTÍSTICA                                                                                               

A produção artística apresenta-se em duas vertentes: o fortalecimento do fazer artístico que nutre a prática pedagógica dos professores, aguçando, consequentemente, os desejos dos estudantes a estas experiências. E, também, ofertar ao aluno o acesso aos bens culturais, possibilitando-lhe a exploração das diversas experiências artísticas desenvolvidas no contexto da escola.

 

Área : Música

1.1 Banda Sinfônica do Estado de Goiás – conduzido pelo maestro Everton Luiz é um grupo formado por professores e estudantes de música da rede estadual de ensino. Entre os principais objetivos estão: contribuir com a formação dos professores de música da rede estadual de ensino, de modo que promova a articulação entre prática artística e a vivência pedagógica, incentivar os alunos à apreciação musical e à compreensão crítica vivenciadas no contexto musical goiano, tanto em concertos didáticos nas escolas quanto em casas de concerto. Além de valorizar a música dos compositores e arranjadores locais, divulgar o repertório da formação musical específica de Banda Sinfônica (sopros e percussão) principalmente para os alunos da rede estadual.

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1.2 Coro Cênico Ciranda da Arte – este grupo articula repertório musical e produção cênica, aprimorando a cada concerto didático e espetáculo a sua elaboração estética e artística por meio de experimento em pesquisas, performance musical e intervenção cênica. A atual formação tem a direção musical de Bianca Almeida, direção cênica de Altair Sousa e Helenita Caetano. Em 2008, realizou a seu primeiro espetáculo musical, O Dia em que Júpiter Encontrou Saturno. O espetáculo musical infantil Qual é a sua canção? resgatou as cantigas folclóricas e populares do universo da criança. Em 2010, com o musical Luciana!, o Coro Cênico Ciranda da Arte participou V Encontro Nacional de Coro Cênico. Atualmente, o Coro Cênico apresenta o espetáculo RockHistória buscando ampliar a vivência musical dos alunos por meio de Concertos Didáticos e Oficinas e fazer interlocução com demais áreas do saber.

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1.3 O Grupo Ciranda da Gente adota em suas apresentações um repertório composto por Música Popular Brasileira (MPB). O Ciranda da Gente, que tem um formato de apresentação bem interativa com o público, e desenvolve atualmente, projeto Verdades e lendas nas raízes do chão goiano – Mulheres de Goiás, com enfoque em personalidades femininas do folclore goiano.  Por meio de pesquisa literária e de campo visa registrar e preservar esse conhecimento produzindo materiais artísticos e pedagógicos, de forma a nutrir uma nova perspectiva da educação musical e disseminação da história de Goiás.   Já o projeto Casa de Vinícius contempla músicas e poesias de Vinícius de Moraes, que configuram a estética musical das décadas 50-70. A Bossa Nova como estilo dentro da MPB, bem como a contribuição do escritor são contempladas por meio de apresentações, arranjos próprios vinculados a literatura de Vinícius.

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1.4 Ciranda de Fogo é um grupo de produção e pesquisa em Música que tem como objetivo a produção e a pesquisa sobre arte e a cultura popular, a partir da percussão e da dança. O grupo é conduzido pelo professor artista Griff do Vale.

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1.5 Duo Ciranda da Arte leva canções eruditas mais conhecidas e as populares, por meio do duo de cantores habilitados em formação lírica e popular, licenciados em músicas. A proposta do duo musical é interagir com o professor, para que este amplie a sua formação e possa ser capacitado a desenvolver propostas artísticas em suas escolas, na mesma linha estética do grupo, sendo que a formação passa pelo processo de criação de projetos musicais, performance e pesquisa.  Ainda, a proposta é de estimular a vivência e o estudo do gênero Duo, que por meio dos recitais didáticos, busca a ampliação e vivência dos alunos das unidades escolares, além de promover novos repertórios nesta estética.

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1.6 Os Menestréis – Este grupo, coordenado pela professora Roberta Borges, tem o propósito de expor a produção musical brasileira do início do século XX, com arranjos específicos para modalidade vocal à capella ou por acompanhamento de variados instrumentos musicais. Com recursos em suas apresentações, como de poesia e cena. Os Menestréis desenvolvem, atualmente, a proposta da Era de Ouro no Rádio, com caráter interdisciplinar, produzindo um espetáculo didático-musical: Amor e Caos.

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1.7 Quarteto Ciranda das Flautas é um grupo de estudo e pesquisa que realiza recitais didáticos divulgando a flauta doce como instrumento de performance e de musicalização e sua possibilidade a diferenciados repertórios. O grupo é coordenado pela professora Alessandra Nunes.

1.8 Regional Ciranda – (Grupo de Choro) Esta formação artística reúne integrantes especializados na linguagem do gênero choro, que com repertórios na modalidade e gêneros afins como a polca, lundu, maxixe, schottisch, valsa entre outros, produz uma apresentação que visa difundir a música instrumental, por meio de projetos de formação de plateias e oficinas de instrumentos destinados a comunidade escolar. É coordenado pelo professor Leandro Gomes.

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1.9 Regional de Viola é um grupo formado por dois professores, coordenado pelo professor Denis Rilk, tem objetivo a divulgação e a promoção das possibilidades performáticas desta formação instrumental. São apresentadas obras de diferentes períodos e estilos para viola caipira solo e adaptações em violão com ritmos tradicionais da cultura caipira.

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  1. Área: Dança

2.1. Grupo Experimental de Dança Ciranda da Arte – a partir da necessidade de contextualizar a dança como manifestação artística e como área de conhecimento relacionada à práxis pedagógica, professores/dançarinos da rede estadual experimentam possibilidades de interpretações coreográficas, aliada as diversas linguagens, aliando práticas artísticas e experiências pedagógicas. Um dos destaques do grupo está o Espetáculo infantil “Qual a melhor brincadeira do mundo?” que obteve o prêmio de melhor espetáculo pelo júri popular do 3º Festival Nacional de Teatro de Goiânia.

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  1. Área: Teatro

3.1 Grupo Experimental de Teatro (GET) Ciranda da Arte – O grupo oferece, por meio de espetáculos teatrais, buscando a interação entre as linguagens artísticas que agreguem pluralidade na experiência apreciativa do espectador. Formado por professores de teatro tem como foco os desdobramentos de caráter pedagógico: a formação de público apreciador, a reflexão de temas cotidianos por meio de ferramentas lúdicas e a ampliação do olhar sobre a obra de arte e o mundo. O grupo tem como proposta criar espetáculos teatrais experimentais, pesquisar e difundir o resultado de seus estudos em relação à linguagem teatral e suas possibilidades, considerado como campo do conhecimento e suas possíveis relações com o ensino.

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  1. Área: Artes Visuais

4.1Cine Ciranda – com o intuito de promover ação educativa em que se contextualize a produção cinematográfica, o Cine Ciranda traz a discussão desta linguagem na comunidade escolar por meio de debates, exibição de curta metragem, making off, vídeos produzidos nas escolas.

4.2 Poéticas Visuais  – O Grupo Poéticas e Produções em Arte Visuais tem como proposta o estudo e a reflexão da linguagem Artes Visuais em seu processo criativo e como atividade educacional. O grupo desenvolvea pesquisa e investigação no processo da poética e produção em sintonia com as teorias e práticas artísticas.

  1. Área: Contação de Histórias

5.1 Ciranda dos Contos, composto por docentes de áreas diversas, desenvolve um programa de formação de professores contadores de histórias, além de apresentar sessões de contação nas escolas e em espaços diversos.

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6. Produção de cenografia e figurinagem. É responsabilidade do ateliê cuidar das questões relacionadas às concepções dos materiais necessários às produções elencadas às propostas artístico-pedagógicas do Ciranda da Arte e das unidades escolares. Estes materiais produzidos são disponibilizados para as escolas em seus eventos e compõe o acervo técnico e pedagógico da rede. Neste sentido, o ateliê desenvolve pesquisa, a partir das concepções de cada tema proposto, para a confecção de cenários, figurinos das montagens cênicas.

 

 

 

 

 

 

NÚCLEO OPERACIONAL

O Núcleo Operacional tem por objetivo dar suporte às ações pedagógicas/ administrativas, e é formado pela Secretaria, Assessoria de Comunicação e Produção Técnica.

 

SECRETARIA

Para articular as atividades funcionais no processo pedagógico, a secretaria desenvolve o trabalho de elaboração, expedição e arquivamento de correspondências, documentos, realiza a gestão do patrimônio e elaboração, organização e digitação de relatórios e portfólios. Além disso, é na secretaria que são feitos os agendamentos e outras solicitações para apresentações dos grupos de produção nas escolas, bem como a aplicação, organização, encaminhamento e devolutivas das avaliações de desempenho de servidores. E por fim, faz a administração dos cursos em geral, do biênio e de formação continuada tanto na capital quanto nas regionais.

 

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

Na assessoria de comunicação é realizada a organização e veiculação de material informacional e se dá por meio de clipping, criação visual, registro de imagens, redação de release, construção de matérias impressas e de vídeo, além dos registros audiovisuais como montagem e edição digitais em stúdio, registro fotográfico, filmagens, design gráfico e manutenção no site e facebook.

 

PRODUÇÃO TÉCNICA

Esta equipe promove o apoio logístico para as montagens dos eventos propostos pelo Ciranda da Arte nos aspectos, iluminação, sonorização e palco.

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